Para o terceiro pilar deste tripé investigativo, surge-me a dúvida
se perspectiva "teológica" seria o termo mais adequado. Se, em
momento algum, trato do Teo ("deus"), por que escolhi este nome? É
certo que a Teologia, em si, admitiria esta aplicação, já que sua busca
realmente transcende seu nome, mas para mim, que sempre favoreço o fundo
semântico, em detrimento da aplicação usual, fica estranho. Não tenho justifica
a não ser o fato de que a aplicação usual de "Teologia" se enquadra
melhor que outros termos que me ocorreram.
Mostrando postagens com marcador Matemática. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Matemática. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 21 de abril de 2014
domingo, 13 de abril de 2014
Vidas Passadas - Parte 2
Estendendo a reflexão para além do
limite "uma única existência" atingimos um nível reflexivo que é,
simultaneamente, matemático, físico e literário.
Matemático por mergulhar fundo no mundo
das probabilidades.
Físico pela relação quase carnal com
teorias como a do Big-Bang, das cordas, etc.
Literário por flertar com a
criatividade humana, alimentando-se desta para voador por sendas nas quais a
caminhada seria lenta e árdua.
terça-feira, 8 de abril de 2014
Vidas Passadas - Parte 1
Há algumas semanas eu atingi a iluminação (preciso lembrar que sou budista?). Isto é sério, plausível e até matemático.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Antimatéria?
“#InferênciaExistencialDoDia
2: O termo #Antimatéria é aplicado - por comuns e cientistas - com a maior
leviandade possível!!!” (@PhdCelo on Twitter – 18/02/2013)
sábado, 5 de janeiro de 2013
Lucro para quem?
Época de Reajuste Salarial é sempre
a mesma coisa: Sindicatos elencando as “maravilhosas” conquistas obtidas para
suas respectivas classes, enquanto juram lutar como paladinos por melhores
condições de trabalho. Esta é sempre uma ótima época para conquistar novos
filiados, afinal, o profissional chega a se sentir culpado quando usufrui destas
sem nada oferecer em troca. Uma das “conquistas” mais louvadas é a chamada
“Participação nos Lucros e Resultados”, ou simplesmente PLR. Há anos assisto a
perplexidade estampada no rosto de meus colegas quando anuncio que sou
totalmente contra a PLR, assim, gostaria de aproveitar este espaço para
transcrever as explicações que já repeti tantas vezes.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
O Ponto! (Por Mariana Martins)
O texto a seguir é uma excelente reflexão
de minha amiga Mariana (@marimartinsp). Aos que não curtem Matemática deixo uma
dica. Cada novo fragmento de conhecimento que obtemos frente ao Universo é um
Universo de conhecimento que obtemos sobre nós mesmos:
“O ponto em questão neste dialogo é o
próprio ponto. É comum a aplicação de palavras do universo “exatiano” em nossas
rotinas e com diversos significados, até mesmo bem diferentes do que ele
realmente representa. O Ponto é um bom exemplo deste costume.
Um ponto pode ter tantas aplicações que
é difícil defender seu uso e definição apenas com Euclides.
Um ponto numa frase determina o fim: É
um ponto final.
Um ponto no corpo é uma pinta ou uma
cicatriz, que serve como identidade.
Um ponto ao lado do número é um grau.
Um ponto numa discussão é um assunto.
Mas para mim, todos esses pontos, não
são pontos. Afinal, como pode-se pontuar o final de uma frase, um corpo, um
número, com algo sem dimensão?
No caso da discussão, ele se torna tão
palpável quanto ele realmente é.
O ponto é adimensional, logo, objeto de
dimensão 0 (zero). Não possui área, volume, comprimento ou qualquer dimensão
semelhante.
Para compreender melhor podemos pensar
em uma bolinha de gude. Imagine diminuí-la tantas vezes, até que seja
impossível vê-la. Aí esta o ponto. Existem infinitos pontos e infinitos pontos
compõem uma reta.
Numa reta, sempre que eu “pegar” um
ponto para estudo ele estará no meio da reta e eu nunca saberei qual é o
próximo ponto, já que entre o ponto escolhido e o próximo eu posso colocar
quantos eu quiser. afinal, ele não tem dimensão.
Todo esse conceito gerou uma saudável,
discussão entre o Marcelo e eu.
Ele me questionou diversas vezes, me
recordo bem da pergunta que mais gostei:
"... a menor distância concebível
entre 2 pontos é um 3º ponto, portanto, a menor reta ainda é 1 Ponto!"
Essa questão foi realmente empolgante,
tendo conceituado o ponto, e sabendo que não podemos nunca saber qual é o
próximo ponto depois da reta, a menor distancia entre dois pontos é uma reta
tão pequena, mas tão pequena, que ela é quase um ponto, é ligeiramente maior
que algo que não tem tamanho, nem distancia, mas ainda é uma reta. E daí saíram
diversas teorias e fenômenos.
Lembro que esses conceitos são baseados
na geometria Euclidiana”
Assinar:
Postagens (Atom)