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Há anos ocorrem ricos diálogos sobre Civilização Humana e Filosofia, Teologia, História e Cultura em geral! Tudo que possa interessar a alguém que espera da vida um pouco mais que outra temporada de BBB! Após diversos convites a tornar públicos estes diálogos, está feito! Quem busca uma boa fonte de leitura, por favor, NÃO VISITE este site. O que esperamos, de fato, é a franca participação de todos, pois não se chama “Outros Discursos”.
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quarta-feira, 15 de novembro de 2023

#Verborragia: Jornada

A palavra sugerida para hoje me pareceu tão suave e agradável quando foi proposta que comecei a escrever imediatamente. A palavra não carrega as tensões de potenciais sinônimos, ainda que saibamos que o processo, na prática, sempre as tenha. Mas essa ausência conceitual de tensões ( conceitual não. Algo na sonoridade. Uma suavidade de tom) confere suavidade ao processo. Tranquilidade em sua expectativa e realização.

domingo, 17 de setembro de 2023

#Verborragia: Saudade

Notei que quando uma palavra  é proposta/escolhida para a #Verborragia eu não costumo verificar se já produzi texto sobre aquela palavra. Penso que mesmo se a palavra for repetida, a época mudará a inclinação de minha inspiração, gerando resultado distinto. #Saudade, por outro lado, é coisa tão natural de existência humana que me deixou curioso: Como nunca ninguém pediu/propôs? Pesquisei meus textos passados: Nunca ninguém pediu/propôs.

quarta-feira, 23 de agosto de 2023

#Verborragia: Serendipidade (2)

 A palavra de hoje não é de hoje. Foi sorteada para a última sexta (18/08/2023), portanto, destinava-se a ser (e tornou-se) um conto. Por outro lado, atrasei-me na composição, ora por procrastinação, ora porque o texto insistia em seguir (não era bloqueio criativo. Eu não era impedido de escrever. Apenas não chegava ao termo). Terminei hoje (estou escrevendo em 22/08), portanto, decidi reter a publicação para a próxima sexta. 

terça-feira, 25 de julho de 2023

5 Minutos

Ai ai, você sabe a importância de 5 minutos?

Nesta pandemia eu descobri!

Sabe quando você está com sono e fala: Só mais 5 minutos!

Quando faltam só 5 minutos para o lanche e você fica ansioso.

quinta-feira, 27 de outubro de 2022

Janelas (ou "Onde nasce a #Poesia")

A janela é, sem dúvida, um elemento importante dos imóveis, indispensável para se ter/obter alguma qualidade de vida, pois pior que uma vista ruim é vista alguma.

sexta-feira, 27 de maio de 2022

Cabelos Brancos (ou "Eu me apaixonei")

 Eu vi a moça no metrô e me apaixonei, mas não me apaixonei pela moça.

Admirei seus cabelos e me apaixonei, mas não me apaixonei pelos seus cabelos.

Perdidos entre a massa geral alguns fios brancos denunciavam o tempo. Na fronte um maior acúmulo, formando uma mecha branca que entrava em contraste com o castanho escuro geral.

quinta-feira, 17 de março de 2022

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Infância (ou "Mente de Criança")

      E eis aqui mais um texto com tema solicitado por meu filho. Nesta virada (ano novo) ele estava brincando de esconde-esconde com o filho de uma amiga. Ao ser encontrado correu para o "pix" (não sei como se escreve. Trata-se do lugar no qual a criança que se escondia se salva do "procurador"). Numa bifurcação o perseguidor tomou outra direção e o interceptou à frente. Ele me disse que em sua mente isso tudo ocorreu em câmera lenta, como em um filme.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

Mudança

      A palavra de hoje não é aleatória. Desejo explorar o conceito de mudança. Uma mudança não é fácil, não é simples, não é recheada de prós, tampouco isenta de contras. Ontem eu plantei uma couve.

quinta-feira, 19 de agosto de 2021

A Lua!

      Aprendi algo com a Lua: Nos encantamos com o dia, com o Sol, com a luz. A noite tem beleza única e particular. O Sol, apesar de lindo, nos faz olhar para os arredores. As adjacências de nossa vida material. A Lua (e com ela céu negro e cortejo de estrelas) nos faz olhar para cima.

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Fogo!

     Essa noite eu fui até o fundo da minha casa. Nosso pequeno quintal de casa geminada tem uma lage. Temos uma escada (dessas de construção mesmo) para subir esta lage, no alto da qual mantemos algumas plantas que não suportam a falta de sol da parta abaixo. Esta noite eu subi esta lage, sentei-me no chão, e fiz uma oferta a Agni.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Dia Ruim!

Hoje (terça-feira, 24/10/2017) não é um bom dia para escrever. Estou cansado. Hoje e ontem foram dias particularmente complicados no trabalho em função de ausências. O cansaço implica em considerável redução nos níveis de otimismo, esperança e boa vontade. Como costumo publicar textos às quintas (antecipados no máximo para a noite da quarta) seria sábio respirar, descansar e escrever só amanhã. Tenho tempo. Por isso mesmo decidi viver a experiência de escrever hoje: Hodie!

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Torre do Tesouro - 2

Em agosto de 2013 -meu filho aos cinco anos- eu escrevi o texto Torre do Tesouro (ou "Escada para o Céu"), no qual narrava um sonho e os conflitos que ele me trouxe, como (pseudo)filósofo e como pai. Quase dois anos depois o sonho me alcançou de novo, mas não era possível acordar.

terça-feira, 10 de março de 2015

The oldest things living in the world

Em abril de 2014 o site Ecycle (http://www.ecycle.com.br) fez referência à exposição fotográfica homônima ao presente texto, de Rachel Sussman, e fui convidado (por um amigo, não pelo Ecycle, cabe esclarecer) a tecer comentários. Sendo a vida em geral algo que me fascina e, sobretudo, sua alucinante luta através (e contra) o tempo, aceitei o convite com gratidão (pretendia dizer “com entusiasmo”, mas demorei tanto para começar a escrever que a frase pareceria falsa).

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Gotas no Box

       As condições financeiras da minha infância não me possibilitaram conhecer esta avançadíssima tecnologia chamada box (de banheiro). Usávamos aquelas cortinas plásticas vendidas nos mercados. Ainda assim, já naquela época tive algumas reflexões semelhantes à que tecerei abaixo. Publico-a assim tardiamente em função de só agora, observando o box, tê-la rememorado. (Daí também o título do texto).

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Um Olhar

Outro dia, no metrô, sentou-se à minha frente uma senhora aparentando idade já bastante avançada. Chamaram minha atenção seus brilhantes olhos azuis, os quais automaticamente levaram-me à reflexão que segue:

quinta-feira, 29 de março de 2012

Amizade existe?


“Pessoas ao redor do mundo sentiram, na tarde desta quinta feira, oscilações na Força!”, talvez esta sentença não tenha qualquer significado para alguns leitores deste Blog ¹, mas faz todo o sentido para um grupo de três amigos que há pouco se reuniu para tomar um chá num Shopping Center na Zona Leste de São Paulo.

sábado, 19 de novembro de 2011

A Força da Vida!

Sempre mantive um carinho especial pelas plantas, a ponto de ter amigos que chamam a minha sacada de “trecho de mata atlântica”. Minha conexão com as plantas não é superficial, pois raramente cultivo flores (elas acontecem, mas não são o objetivo).

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Olhar para o Simples!

Eu trabalho no 9º andar de um pequeno edifício no centro de São Paulo. Na tarde de ontem, em busca de um café (sou viciado em café), tive de subir ao 10º andar, uma vez que a máquina de café de meu andar estava em manutenção. Na minúscula e deserta copa, após pressionar o botão “cappuccino” e enquanto aguardava o preparo da bebida, observei um pequeno pedaço de papel esquecido sobre o balcão no qual se almoça. Sem preocupar-me com detalhes ou precisão, o rasguei em alguns pontos e dobrei em outros, formando assim um helicóptero de papel que havia aprendido a fazer em minha distante infância. Trata-se de um objeto simples, com duas hélices e um pendulo; quando lançado ao ar cai, mas as pás retardam a queda e giram o conjunto ao redor do próprio eixo, como algumas sementes de árvore.
O interessante foi o fenômeno observado ao lançá-lo da janela do 10º andar. Não sei se o calor externo gerava alguma corrente ascendente ou se a configuração dos prédios tornava vertical algum vento horizontal que por ali passava; o fato é que o objeto não caiu; girava freneticamente como era de se esperar, mas pairava na região abismal frente à pequena janela da qual o assistia tomando o amargo café com pouco leite e muita água chamado “cappuccino” pela empresa responsável pela máquina. O objeto assistido por vezes perdia a força, descendo à altura do 9º andar, noutros momentos a recuperava, elevando-se para além do 12º. Tomava coragem e aventurava-se para mais de 10 metros de distância da janela da qual procedia – um filho abandonando o pai para seguir a própria vida!
Ele não caiu enquanto estive lá, talvez o único ser vivo a presenciar aquele momento único no Universo, o qual jamais se repetirá. O trabalho obrigou-me a dar-lhe as costas, assim, ignoro por onde passeou, por quanto tempo voou e onde aterrissou. O fato é que desde então - e por isto escrevo agora - fiquei a me perguntar, neste mundo de telejornais e novelas, e-book’s, laptop’s e IPad’s, carros importados, viagens, trabalho, lucro, consumo, prazer, etc., quantas vezes as pessoas se permitem fitar o simples? Acompanhar a suave decida de uma pena desprendida de um pássaro! A lenta viagem de uma nuvem e suas mudanças de forma neste caminho! A incessante labuta das formigas! O amarelar das páginas e um bom e velho livro! o sorriso de um filho e a inocente incoerência de seus discursos! Tanta coisa, em tão curta vida! Tanta beleza desperdiçada, tanta riqueza ignorada! Até quando ficaremos olhando o lado errado? Em qual momento despertaremos para o que tem real valor? Quando aprenderemos a Olhar para o Simples?