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Há anos ocorrem ricos diálogos sobre Civilização Humana e Filosofia, Teologia, História e Cultura em geral! Tudo que possa interessar a alguém que espera da vida um pouco mais que outra temporada de BBB! Após diversos convites a tornar públicos estes diálogos, está feito! Quem busca uma boa fonte de leitura, por favor, NÃO VISITE este site. O que esperamos, de fato, é a franca participação de todos, pois não se chama “Outros Discursos”.
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quarta-feira, 27 de março de 2024

#Verborragia: Horizonte

Há um oceano de profundos significados para extrair desta palavra. Eu, por outro lado, neste momento, só consigo pensar em "Horizonte de eventos". Você conhece este termo?

Caso você não o conheça, assista "Interestelar". Conheça ou não, preciso explicar algumas coisas:

quarta-feira, 1 de março de 2023

#Verborragia: Tarde

A palavra de hoje, curiosamente iniciada mais cedo que o normal, é #Tarde. Eu não faço ideia de onde ir com ela, ainda assim me agrada que tenha sido selecionada.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Mente Pequena

      O texto a seguir é um bônus (já que é o segundo no mesmo dia). Escrevo-o sob encomenda do meu filho; convite feito na tarde de ontem (29/12/2021). Meu pequeno Leo, treze anos, tem uma mente muito afiada; está o tempo todo fazendo perguntas (nem sempre confortáveis) sobre a sociedade, o mundo e a vida. Falávamos sobre política; também sobre sexualidade, gênero, etc.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Crítica à Informação!

Eu não leio nem assisto jornais. Eu desprezo a mídia. Sou considerado, pelos meus colegas de trabalho, um alienado. Meus amigos mais próximos, por caridade, não fazem esta acusação. Não sei o que acontece na política nacional e mundial. Não sei qual o escândalo da vez na administração do PT (e isso não é uma crítica à mesma). Não sei às quantas andam as investigações da Petrobras. Não sei o nome da última criança atirada de uma janela. Não sei quem devo odiar neste momento. Escolho viver assim.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Fragmentos - Apenas Uma Palavra!


            Existe uma frase, uma interrogação, a qual repetimos com tamanha frequência que chega a parecer um mantra.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O que é Heterossexualismo???


Ainda não li o discurso do Papa, portanto, não posso comentá-lo!¹ Devemos lembrar que o papa é o representante máximo de uma Fé a qual não apóia o homossexualismo (algo biblicamente condenado), portanto, seria leviano de sua parte o apoio direto a tal movimento! Vale ressaltar que os inúmeros casos de pedofilia na igreja são uma fração da infinidade de casos de pedofilia na sociedade em geral, assim, não nos cabe condenar a igreja, mas sim a espécie humana como se tem configurado.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Você foi DESLIGADO!


Há pouco mais de dois meses fui desligado da empresa na qual trabalhava, evento seguido pelo desligamento de vários outros colegas da mesma área. Em um curtíssimo diálogo on-line (via FaceBook), um amigo trouxe à tona que talvez este termo dê ao indivíduo humano o valor de “autômato”. Convidado que fui a refletir sobre isto, decidi localizar o sentido específico da palavra “ligar” a qual, segundo o Dicionário Michaelis ¹, significa, entre outras coisas, “fazer laço ou nó em; atar, fixar, prender (vtd1)” e também “fazer aderir; pegar, cimentar (vtd 2)”. Segue um breve comentário sobre a visão que boa parte das práticas contemporâneas de gestão de pessoas evidencia em relação à sua matéria prima, o profissional.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

É ponto, é pedra... É o fim do caminho?

Mais um EXCELENTE texto do nosso amigo Alexandre ( @xandesantos ). Confiram:



"Outro dia alguém me falou de um livro que me chamou atenção.
300 páginas.
Uma frase em cada página.
E só.
Tudo o mais em branco.
Pensei.
Deve ser um livro fácil de escrever.
E de ler também.
Isso me fez pensar.
Muitas pessoas baseiam a vida em frases prontas.
Colocam ponto final em tudo.
São conceitos fechados.
Curtos.
Conclusivos.
Essas pessoas castram possibilidades que fujam do que aprenderam como certo.
Não abrem espaço ao novo.
Ficam presas a conceitos que a família ou a vida ensinou.
Não ousam.
Perdem oportunidades.
O diferente assusta.
Qualquer coisa que ameace sair do aparente controle é motivo de fuga.
E a vida vai ficando cheia de pontos finais.
Todo mundo sabe para que serve um ponto final.
Não é mistério para ninguém.
O próprio nome já revela a sua missão.
É pôr fim.
Encerrar questão.
Não há discussão.
 A vida é assim e acabou.
Pronto.
Fechou.
Deu.
Já era.
Parece ser mais fácil viver assim.
Mas deve dar trabalho encarnar conceitos pré-fabricados todo santo dia.
Minha vida não é feita só de pontos finais.
Prefiro assim.
Preciso arejar o pensamento com vírgulas. Sim, a vírgula é pausa para respirar, deixar entrar ar novo, expelir o ar velho, viciado.
De vez em quando, permito-me parar na “esquina” do pronto e vírgula e respirar um pouco mais. E, com mais calma, elencar os itens que compõem minha história; os fatos que me construíram; os traços da minha personalidade; as quedas que me ensinaram; as vitórias que me fortaleceram.
Minha vida precisa de interrogações. Preciso abri-me às possibilidades que ainda não conheço. Questionar velhos hábitos, repensar, redescobrir-me. Preciso nunca deixar de aprender. E qual a outra forma de aprender, se não perguntando? A interrogação abre espaço para que outras pessoas participem da minha história, contribuam com minha busca.
Por que não? É isso mesmo? O que você acha? Como as pessoas me vêem? Como eu as percebo?
Depois de muitas perguntas, de tempos em tempos, dois pontos me ajudam a explicar, sobretudo para mim mesmo, o que sou: um ser em construção. E então me reafirmo.
Diante de tantas descobertas, uso e abuso das exclamações. Caraca! É isso! Eureca! Encontrei uma pista! Descobri-me!
Contudo, muitas vezes, o trabalho de escrever minha história para nas reticências... E um silêncio angustiante me invade. De repente, acho que tudo o que havia descoberto não passa de... Bobagem? Será? E se... Não, acho que não... Talvez eu...
Como que numa luta por sobrevivência, desespero-me. Quero me agarrar, como que a uma tábua de salvação, em meus conceitos de outrora. Porém, já não sou o mesmo.  Prostrado por terra, tento, como que num último suspiro de vida, pontuar novamente minha existência, tocar em algo palpável.
Formulo novos conceitos.
Preciso de chão para pisar.
E tudo fica sólido.
É pedra.
Firmo os pés.
Levanto.
Volto a andar.
Ganho confiança.
Mais rápido.
Corro.
Distraio-me.
Entro no automático.
Até que tropeço numa vírgula.
Pequena, quase imperceptível, ela me lança ao ar. Por um instante, penso poder voar. Atinjo o ápice. Depois, em queda livre, mergulho num mar de vírgulas; ponto e vírgulas; dois pontos; interrogações; reticências...
Retomo o caminho... Estou novamente tentando entender que tipo de texto sou."
Alexandre Santos

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Diagramação Automática! (Textos e Vidas)


Há algum tempo comentei que sonhava que escrevia, mas ao acordar não recordava o produto. Naquela ocasião ocorreu de lembrar-me do título. Desta vez, acordei lembrando até mesmo do conteúdo do texto, conforme segue: