O texto a seguir é um bônus (já que é o segundo no mesmo dia). Escrevo-o sob encomenda do meu filho; convite feito na tarde de ontem (29/12/2021). Meu pequeno Leo, treze anos, tem uma mente muito afiada; está o tempo todo fazendo perguntas (nem sempre confortáveis) sobre a sociedade, o mundo e a vida. Falávamos sobre política; também sobre sexualidade, gênero, etc.
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quinta-feira, 30 de dezembro de 2021
Mente Pequena
Postado por
Marcelo Moreira
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quinta-feira, 23 de dezembro de 2021
#Verborragia: Preconceito
Para entender o motivo da "Verborragia" por favor leia o início do texto "Inclusão". A palavra do dia é #Preconceito e meu primeiro preconceito do dia foi justamente contra ela: Não quero escrever sobre isso.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020
Politeísmo Cristão
Estava aqui pensando no politeísmo esquizofrênico do cristianismo. Sim meu amigo, o cristianismo é politeísta, porém, de uma forma distorcida e, consequentemente, opressora. Como deve ser terrível (e pobre, espiritualmente) viver a metafísica (em outras palavras, "enxergar a vida espiritual") do modo que eles inventaram.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Bandido bom é bandido morto
“Bandido bom é
bandido morto!” é um dos não poucos mantras repetidos pelos grupos mais
conservadores em discussões políticas e sociológicas de botequins e mídias sociais.
O “Caso Eike” (eu devo dizer “case”, para reproduzir o ridículo anglicismo do
mundo corporativo?) deu margem para a contra argumentação “Só é bom morto se
for preto e pobre. Com branco e rico a gente tira selfie!”. Um visitante mais
assíduo (se é que existe tal pessoa) do presente espaço já deveria saber que
sou absolutamente avesso à máxima que dá nome a este texto, assim, não preciso
perder tempo discutindo-a. O que quero, agora, é me opor também à antítese.
sexta-feira, 8 de abril de 2016
A Extinção do Gênero
Eu sou homem, pai, budista e (pseudo) filósofo. Como homem, sou incapaz de romper completamente com meus preconceitos e tenho muitos. Como pai, sou incapaz de criar meu filho sem forçar-lhe os comportamentos e inclinações padrões de meu gênero com todas as minhas forças. Como budista, sou obrigado a rever e aprimorar minha postura constantemente, tolerando quem me é diferente e aprendendo a controlar, enquanto não elimino, meus preconceitos. Como Filósofo vejo o futuro e o futuro eu registro aqui.
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Crítica à Informação!
Eu não leio nem assisto jornais. Eu desprezo a mídia. Sou considerado, pelos meus colegas de trabalho, um alienado. Meus amigos mais próximos, por caridade, não fazem esta acusação. Não sei o que acontece na política nacional e mundial. Não sei qual o escândalo da vez na administração do PT (e isso não é uma crítica à mesma). Não sei às quantas andam as investigações da Petrobras. Não sei o nome da última criança atirada de uma janela. Não sei quem devo odiar neste momento. Escolho viver assim.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Harry Potter, Crepúsculo e Funk
Tempos
atrás realizei alguns comentários sobre literatura (também cinema) masculina e
feminina. Não havia percebido a profunda relação entre aquela reflexão e o
funk. Como morador de Itaquera, zona leste de São Paulo, convivo dia e noite
com os consumidores deste gênero musical e seus padrões de comportamento. Que
determinados rapazes, dados os valores e inclinações que possuem, se
identificassem com o funk em nada me surpreendia, porém, não conseguia entender
como mulheres poderiam ser minimamente cativadas por uma música, companhia e
ambiente que apenas as subestima, vulgariza e humilha. Foi então que retornou à
minha mente a questão da literatura masculina e feminina.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
50 Tons de Homens
Não, isto não é uma crítica
literária. É apenas uma artimanha deste que vos fala para atrair leitores,
mediante a correlação entre o título desta reflexão e a obra literária tão
comentada nestes últimos tempos. O assunto a ser debatido aqui não terá
qualquer relação com o livro, ao qual eu teria, de fato, uma série de críticas
a apresentar, todas negativas, nenhuma fundamentada (já que não o li), pura
arbitrariedade. Preconceito meu! Curiosamente, é justamente para este ponto, o “Preconceito”,
que desejo chamar a sua atenção.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Que a Força esteja com você!
A
mesma experiência desta manhã (da semana retrasada, considerando a data na qual
pretendo publicar o presente texto), levou-me a uma segunda reflexão ¹, a qual
preferi inserir em um texto distinto para não misturar os assuntos. Muitas
vezes as palavras e ações de terceiros nos atingem de forma negativa, nos magoam
e machucam espiritualmente (mentalmente) e até mesmo fisicamente. É o Mal que
nos fazem. Muitas vezes este mal pode ser realizado inconscientemente, como o
caso do sujeito que passou na minha frente no trânsito. Ele não tinha qualquer
intenção de me machucar (de fato, não o fez), apenas desejava chegar mais
rápido em seu destino, não obstante, me fez algum mal, já que me levou a
pensamentos negativos. Frequentemente somos alvejados por males realizados
tanto de forma consciente quanto inconsciente. Não me cabe, neste momento,
discutir os motivos do agente daquela maldade. No momento, quero refletir sobre
nossa reação à maldade.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Buscando a Felicidade!
O texto que segue é uma reflexão de minhas senhora (não o é à toa), Luciana Busquets. Compartilho-o com os senhores, na esperança de que este convite à revisão de nossa postura atinja o maior número possível de pessoas:
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
O que é Heterossexualismo???
Ainda não li o discurso do Papa,
portanto, não posso comentá-lo!¹ Devemos lembrar que o papa é o representante
máximo de uma Fé a qual não apóia o homossexualismo (algo biblicamente
condenado), portanto, seria leviano de sua parte o apoio direto a tal
movimento! Vale ressaltar que os inúmeros casos de pedofilia na igreja são uma
fração da infinidade de casos de pedofilia na sociedade em geral, assim, não
nos cabe condenar a igreja, mas sim a espécie humana como se tem configurado.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Eu Apoio a Homofobia!!!
Bergson ¹ nos mostra com frequência em seus textos que se pode dizer qualquer coisa, desde que antes você defina bem o significado do que está a dizer. Neste caso, gostaria de falar de minha idéia de homofobia, sem qualquer pretensão de alterar o vocábulo vigente, tão amplamente difundido e utilizado, mas tão somente para dispersar idéias e, a partir delas, fomentar discussões.
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