Essa palavra me pegou desde quando foi proposta (ontem; hoje é 21/05/2025); ela ficou ecoando na minha mente com tudo o que tem de presença e de ausência.
Explico: O rastro não existe por si só; ele é como o som; o som não existe como entidade isolada: é sempre o som de algo. Também o rastro, embora, uma vez presente, tenha sua existência objetiva, por definição e origem, é sempre o rastro de algo (ou de alguém).