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Há anos ocorrem ricos diálogos sobre Civilização Humana e Filosofia, Teologia, História e Cultura em geral! Tudo que possa interessar a alguém que espera da vida um pouco mais que outra temporada de BBB! Após diversos convites a tornar públicos estes diálogos, está feito! Quem busca uma boa fonte de leitura, por favor, NÃO VISITE este site. O que esperamos, de fato, é a franca participação de todos, pois não se chama “Outros Discursos”.
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sexta-feira, 8 de julho de 2022

#Verborragia: Pai

Para entender o motivo da Verborragia clique aqui (Por favor Participe! É grátis e fará um [pseudo]autor muito feliz!). 

A palavra de hoje é "Pai". Antes de mais nada, convém alertar que este texto não é uma homenagem; por outro lado, também não é uma válvula de escape de ressentimentos (não tenho nenhum). É uma tentativa precária de estar honesto (não se pode SER honesto. Leia Honestidade, disponível como reflexão e como conto).

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Infância (ou "Mente de Criança")

      E eis aqui mais um texto com tema solicitado por meu filho. Nesta virada (ano novo) ele estava brincando de esconde-esconde com o filho de uma amiga. Ao ser encontrado correu para o "pix" (não sei como se escreve. Trata-se do lugar no qual a criança que se escondia se salva do "procurador"). Numa bifurcação o perseguidor tomou outra direção e o interceptou à frente. Ele me disse que em sua mente isso tudo ocorreu em câmera lenta, como em um filme.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Mente Pequena

      O texto a seguir é um bônus (já que é o segundo no mesmo dia). Escrevo-o sob encomenda do meu filho; convite feito na tarde de ontem (29/12/2021). Meu pequeno Leo, treze anos, tem uma mente muito afiada; está o tempo todo fazendo perguntas (nem sempre confortáveis) sobre a sociedade, o mundo e a vida. Falávamos sobre política; também sobre sexualidade, gênero, etc.

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Mãe!

Estou há algumas semanas segurando os dedos. Vontade de escrever em conflito com aquela confusão de sentimentos que impossibilita fazê-lo. Minha mãe faleceu em 13/6/2018 e este texto é sobre ela.
Não se trata de uma homenagem, nem despedida, tampouco desabafo. Trata-se da tentativa de recorrer ao papel (mesmo virtual) para promover uma mínima ordenação no turbilhão de pensamentos que me ocorre. É um texto sobre saudade, amadurecimento e amizade.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Torre do Tesouro - 2

Em agosto de 2013 -meu filho aos cinco anos- eu escrevi o texto Torre do Tesouro (ou "Escada para o Céu"), no qual narrava um sonho e os conflitos que ele me trouxe, como (pseudo)filósofo e como pai. Quase dois anos depois o sonho me alcançou de novo, mas não era possível acordar.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Torre do Tesouro (ou “Escada para o Céu”)

Alguns de meus alunos indicavam veementemente que eu viesse a jogar este tal “Minecraft”. Eu oferecia resistência, já que estava comprometido com tarefas mais “sérias” e quando tinha tempo de jogar, optava por outros tipos de jogos ¹. Fui obrigado a dar o braço a torcer quando visitamos uma destas lojas que deixam videogames ligados e meu primogênito ficou brincando com este jogo. Pronto. Baixei o demo e deixei o menino brincar. Como ele tem cinco anos, tive que aprender alguma coisa sobre o jogo para mostrar a ele o básico.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Docência e Solidão!


A reflexão que ora transcrevo não é inédita, uma vez que ocorre ao meu espírito desde meados de 2003/2004, época na qual tive minhas primeiras experiências na atividade docente. A solidão que experimentei ¹ não era triste, tampouco perturbadora, simplesmente uma constatação, o “dar-se conta” de uma característica intrínseca à existência humana: todas as vidas seguem! Ela se manifestava com periodicidades e magnitudes específicas:

sábado, 19 de novembro de 2011

A Força da Vida!

Sempre mantive um carinho especial pelas plantas, a ponto de ter amigos que chamam a minha sacada de “trecho de mata atlântica”. Minha conexão com as plantas não é superficial, pois raramente cultivo flores (elas acontecem, mas não são o objetivo).

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O que é integridade?


Uma breve conversa com uma amiga, via Twitter (com 140 caracteres não é possível uma conversa maior que “breve”), levou-me a uma reflexão acerca da responsabilidade paterna (e materna). Este texto não me parece inútil a quem ainda não é pai, já que trata também do “ser filho”, algo que todos são!
Fiquei pensando sobre o significado da palavra “Integridade”, pois embora seja tão comum o seu emprego em sentido moral, um sentido não tão empregado mas igualmente válido é o físico, uma vez que integro é o objeto inteiro, sem defeito, o antônimo de “fragmentado”. Esta dupla implicação da Integridade – Moral E Física – evidencia bem a responsabilidade dos pais para com seus filhos. Nosso papel é garantir-lhes Integridade neste sentido amplo, atendendo-lhes em sua formação moral e em sua manutenção física. O diálogo que travava com a Srta. Mariana levava à situações extremas, nas quais eventualmente o pai poderia ver em conflito estes dois níveis de integridade. Para facilitar a compreensão do que quero dizer, retomo uma conversa ainda mais antiga, travada com um colega de trabalho. Falávamos sobre corruptibilidade, tendo ele usado a imagem da Policia Federal. Pediu que eu me colocasse no lugar de um policial que, em investigação, aborda um traficante milionário ou um político influente, o qual me oferecia uma “Mercedes” ou algo do gênero em troca da fuga. Recusei prontamente a oferta; então veio o xeque-mate; “Recusa mesmo? Isto pode ser a faculdade do seu filho?”.
Qual a escolha adequada ao pai quando uma decisão para garantir a integridade física do filho entra em conflito com a integridade moral do pai? Como fica a responsabilidade do pai sobre a integridade moral do filho se ele permitir corromper-se? Qual será a reação do filho, depois de crescido, ao constatar que aquele que lhe ensinou a integridade moral abriu mão da própria? Relevará, ciente que o preço foi a própria integridade física? Manterá ele mesmo a própria integridade moral, depois deste evento, ou deixar-se-á levar pela máxima “Todos tem um preço”?
Retiro-me sem dar respostas! Estou aprendendo a ser pai, assim, espero que no diálogo que seguirá aqui encontremos pistas valiosas para o melhor “Ser Pai”, assim como o melhor “Ser Filho”!

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Honrarás Teu Filho!

Eu renuncio a todos os mandamentos já ditados por homens ou divindades! O único mandamento válido é "Honrarás teu Filho!"
Não estou aqui a iniciar qualquer afronta às praticas religiosas vigentes ou passadas. Já não suporto mais assistir discussões infinitas sobre religião, política, pedagogia, economia, moda, consumo, lucro, capitalismo e todas as demais baboseiras que o homem inventa para procrastinar decisões e posturas que já sabe à priori que são as melhores e mais adequadas. Vidas vazias adiando o preenchimento por medo da dor da mudança! Enquanto estes teatrinhos ocorrem em templos e câmaras, pessoas reais, sobretudo crianças, sofrem e morrem nesta cidade, neste país e no mundo. Não é tempo de coletar fundos para crianças africanas ou mandar presentes para o Natal de crianças em orfanatos paulistas. Obviamente não é o abandono destas e outras atividades altruístas que eu proponho; o que faço é um apelo desesperado para uma mudança urgente de paradigma.
Não é possível “Amar a Deus sobre todas as coisas!”, pois se não somos capazes de honrar o Deus diante de nós, chamado outro, respeitando seus pensamentos, desejos e dores, como prestaremos o mínimo respeito à divindade abstrata?
Não é suficiente “Honrar pai e mãe” pois os indivíduos sempre acrescentam certa reciprocidade nisto, assim, não honram pais e mães se estes não foram EXCELENTES em seus funções! Não há doação! Não há gratuidade! Atua-se por restituição! Além disto, já tardamos em aprender que nossa família é o mundo, portanto, o simples “Honrar pai e mãe” deixa em aberto a possibilidade de desprezar irmãos, vizinhos e filhos.
No mundo contemporâneo nem mais o “Amar o próximo como a ti mesmo” é efetivo, pois se vive o império da autodestruição (as drogas são apenas um exemplo) em longo prazo em troca de qualquer mínimo prazer e satisfação a curto (minúsculo) prazo.
Ser filho, irmão ou próximo enfraquece, pois condiciona minha atuação à do outro. Abre brechas para desculpas pela minha ineficácia, a qual atribuo a (ir)responsabilidade do outro. Ser pai não permite tal brecha (ou não deveria permitir, embora eu saiba que o pai que proponho não é um tipo recorrente de pai), pois a responsabilidade é inteira dele. Se teu filho tropeça, você tardou em segurá-lo; Caso se desvie, você falhou em guiá-lo; Se ama, você foi um bom pai. “Honrarás teu filho!” te vincula inconscientemente com qualquer outro mandamento que possa encontrar ou criar. Respeita o próximo por ser filho de outro e, em parte, filho teu; Respeita teus pais por terem lhe possibilitado ser um pai digno neste momento; Ama a Deus (caso seja teísta, independente da religião), pois acreditará que dele veio seu mais valioso bem, teu filho; O amor ao filho te tira do comodismo de irmão do homem e filho de Deus, te chama à responsabilidade de Pai! Cada homem, individualmente, e a sociedade em geral precisa deste sério e comprometido passo! "Honrarás teu Filho!"